61 98225-0099

©2019 by Daniel Costa. www.posto214sul.com.br

Daniel Benquerer Costa - capa 2.jpg

Daniel Costa

Perito em empreendedorismo em postos de combustíveis.

 
 
  • Daniel B. Costa

Scrum

Atualizado: 21 de Dez de 2018


Descubra como desenvolver o processo Scrum nas suas atividades, abaixo segue de forma prática o que consegui absorver após a leitura do livro.


Uma nova forma de pensar


+ O termo vem do rúgbi, e se refere à maneira como um time se une para avançar com a bola pelo campo. Tudo se alinha: posicionamento cuidadoso, unidade de propósito e clareza de objetivo.

+ O Scrum pergunta por que tanto tempo e esforço são gastos na realização de uma tarefa, e por que somos tão ruins em prever o tempo e o esforço que as atividades vão exigir.

+ Quando se começa um projeto, por que não verificar a intervalos regulares se está indo no caminho certo e se aquilo é realmente o que as pessoas querem?

+ É possível aprimorar a forma como você está trabalhando para obter resultados melhores e mais rápidos? O que impede de fazer isso?

+ Ciclo de inspeção e adaptação: De tempos em tempos, pare o que está fazendo, revise o que já fez e verifique se ainda deveria continuar fazendo o mesmo e como poderia fazê-lo melhor. Executá-la exige reflexão, introspecção, honestidade e disciplina.

+ Ninguém deveria passar a vida fazendo um trabalho sem propósito algum.

+ Fazer as pessoas estabelecerem as prioridades de acordo com o valor as obriga a produzir esses 20% primeiro. Depois que essa parte é concluída, elas se dão conta de que não precisam dos outros 80%, ou que parecia importante no início do projeto na verdade não é.


+ Manifesto ágil:

1. Indivíduos em vez de processos

2. Produtos que de fato funcionem em vez de documentação dizendo como deveriam funcionar.

3. Colaboração com o cliente em vez de negociação com ele

4. Responder às mudanças em vez de seguir um plano.


+ É essencial que os integrantes da equipe descubram o que poderia impedi-los de acelerar.

+ Uma das principais tarefas da gerência é identificar e remover obstáculos para que tal fluxo ocorresse.

+ A eliminação do desperdício deve ser o principal objetivo de uma empresa.


+ Sprint:

1. A equipe determina a quantidade de trabalha que acredita ser capaz de realizar nas duas semanas seguintes.

2. As tarefas são selecionadas a partir daquela lista de prioridades e anotadas em post-its. Que são coladas na parede.

3. A equipe resolve quantas tarefas será capaz de executar durante o sprint.

4. Ao final do sprint, os integrantes do grupo se reúnem e mostram o que conseguiram realizar naquele tempo.

5. Analisam quantos post-its foram de fato concluídos.

6. Será que escolheram tarefas demais e não conseguiram concluir todas?

7. Será que selecionaram muito poucas?

8. O importante é que comecem a estabelecer uma noção básica do ritmo de trabalho – a velocidade que conseguem atingir.

9. Depois mostrarem o que conseguiram realizar. As pessoas discutem não o que fizeram, mas como fizeram.

10. Como podemos trabalhar melhor em conjunto no próximo sprint? O que nos atrapalhou no último? Quais são os obstáculos que desaceleram o nosso ritmo?


+ O que queremos é acelerar as equipes para que produzissem mais rápido e não trabalhar mais tempo. Trabalhar melhor e de forma mais inteligente.

+ Fazer hora extra vai resultar em mais atrasos no projeto.

+ Devemos ficar melhores no trabalho em equipe e descobrir o que nos atrasa.


+ Ideia do Scrum:

1. Somos indivíduos completamente comprometidos com a missão, com os objetivos e metas e com a empresa.

2. Somos os responsáveis pelos resultados obtidos.

Existe uma maneira distinta de fazer as coisas, um jeito diferente de trabalhar. E, se não o fizer, você será substituído. Ou a sua empresa vai morrer.


Origem do Scrum


+ Os bônus não são baseados no desempenho individual e sim por equipe ou da empresa como um todo.


+ Ciclo PDCA

1. Planejar

2. Fazer

3. Verificar

4. Agir


+ O trabalho não precisa ser chato. Ele pode fluir

Podemos ser melhores. Podemos ser excelentes! Só precisamos treinar.


Equipes


+ A conjunção ideal de propósito e confiança gera excelência.


+ Características das equipes que encontraram nas melhores empresas do mundo:

1. Transcendentes: Elas têm uma noção de propósito que vai além do comum. Esse objetivo autoconcebido lhes permite ultrapassar o trivial e alcançar o extraordinário. A decisão de não se contentar com a média, mas ser grande, muda por si só a forma como a equipe se vê e o que é capaz de realizar.

2. Autônomas: As equipes são auto-organizadas e se autogerenciam. Podem decidir como executar o trabalho e têm o poder de fazer com que suas decisões sejam cumpridas.

3. Multifuncionais: As equipes têm todas as habilidades necessárias para completar o projeto. Planejamento, design, produção, vendas, distribuição. E essas habilidades alimentam e reforçam umas às outras. Um integrante de certa equipe projetou uma nova câmera revolucionária para a Canon e declarou: ‘’ Quando todos os membros da equipe trabalham um uma mesma sala, a informação de alguém se torna sua, e não é preciso fazer esforço algum para isso. Assim, você começa a pensar no que é a melhor opção, ou a segunda melhor , para o grupo como um todo, e não apenas do seu ponto de vista.’’


+ Perguntas Scrum:

1. O que você fez desde a última vez que nos falamos?

2. O que vai fazer antes de nossa próxima reunião?

3. Quais são as dificuldades que você está enfrentando?


+ Assegure-se de que as dificuldades que a equipe enfrentava em uma reunião fossem eliminadas antes da seguinte.

+ Somos capazes de memorizar apenas 4 informações.

+ As equipes são pequenas.


Scrum Master


+ Conduz todas as reuniões, se certifica que há transparência.

+ Ajuda a equipe a descobrir o que está à atrasando ou atrapalhando o projeto.

+ O elemento chave é perceber que, com frequência, o obstáculo não é simplesmente o fato de uma máquina, é o processo em si.

+ Invoca um espírito guerreiro que não aceita derrota nem desânimo.

+ O Scrum Master e a equipe são responsáveis pela velocidade do trabalho e pelo quanto podem aumenta-la.


+ Foco

1. Uma concentração intensa na meta

2. Colaboração extrema em direção ao mesmo objetivo

3. Ímpeto de destruição – qualquer elemento no caminho deve ser eliminado

4. Entusiasmo de todos

5. Gerar razão para celebrar


+ Reuniões diárias em pé, não demora mais de 15 minutos, se demorar é porque está sendo feita de modo errado. O objetivo é fazer com que toda equipe saiba exatamente como tudo está se desenrolando no sprint.

+ Revisões

+ retrospectivas


+ Perguntas regulares em grupo:

1. Como podemos fazer melhor aquilo que fazemos?

2. O que podemos mudar na forma como trabalhamos?

3. Qual é o nosso maior ponto de conflito?


+ Perguntas regulares individuais:

1. O que você fez ontem para ajudar a equipe a concluir o sprint?

2. O que você fará hoje para ajudar a equipe a concluir o sprint?

3. Quais obstáculos estão atrapalhando a equipe?


+ Em vez de procurar por falhas e culpados, ele recompensa comportamentos positivos ao fazer com que as pessoas se concentrem em trabalhar em conjunto e completar as tarefas.


Tempo


+ O quadro é dividido em algumas colunas:

1. A fazer

2. Fazendo

3. Feito


+ A ideia é obter a maior quantidade possível de informações valiosas e úteis no menor intervalo de tempo possível, todos devem participar ativamente, todos de pé.

+ Acontecem no mesmo horário todos os dias, com as mesmas perguntas.

+ A ideia é que a equipe debata rapidamente como prosseguir em direção à vitória, isto é, ao sucesso do sprint.

+ É possível realizar mais em menos tempo e com menos dinheiro.

+ Cada sprint é uma oportunidade de criar algo totalmente novo; cada dia é uma chance de melhorar.


O desperdício é um crime


+ A essência do Scrum é o ritmo. O compasso é algo essencial para os seres humanos.


+ 3 tipos de desperdício:

1. Muri, o desperdício pela irracionalidade (Planejar)

2. Mura, o desperdício causado pela inconsistência (Fazer)

3. Muda, o desperdício causado pelos resultados (Verificar)


+ fora os desperdícios de estoque, o desperdício resultante de não fazermos tudo direito de primeira, o desperdício de trabalhar demais, o desperdício emocional causado por expectativas irracionais.

+ Quem costuma realizar várias tarefas simultâneas simplesmente não é capaz de se concentrar. Esse comportamento não é inteligente.






+ O que acontece se você é interrompido ou tem que mudar rapidamente o seu foco para outro projeto, mesmo que apenas por um momento? A arquitetura mental que construiu com tanto cuidado entra em colapso. Talvez você tenha que trabalhar horas para voltar ao mesmo estado de consciência. Identifique de alguma forma em sua porta que de forma alguma você pode ser interrompido.

+ O hábito multitarefa não só causa desperdício do seu tempo, mas também o torna mais burro.

+ é um desperdício ter à nossa volta um monte de itens que não estão sendo usados para construir nada.

+ Evite trabalhos em andamento fazendo várias coisas ao mesmo tempo. Você não completará vários deles. Você vai despender esforço e não vai fazer nada de valor.

+ Fazer algo pela metade é, no fundo, não fazer nada.

+ A cada sprint para que o post-it passe para a coluna feito, o produto precisa estar completo, pronto em todos os detalhes.

+ Estoque demais é praticamente a mesma coisa que trabalho em andamento.

+ Tarefas incompletas e produtos que não estão sendo usados são dois aspectos da mesma coisa: esforço investido sem resultado positivo.

+ Se cometer um erro, e todos cometem, corrija-o no momento em que ele for detectado.

+ Trabalhar tempo demais você realiza menos.

+ O pico de produtividade reside em menos de 40 horas semanais.

+ Quem trabalha horas demais começa a cometer erros, ficam distraídos e distraem os colegas, em pouco tempo todos tomam decisões ruins.

+ Nossa capacidade de tomar decisões é muito limitada, quanto mais esgotados ficamos e menos tempo de descanso temos, piores são nossas decisões.

+ Autocontrole: Sua capacidade de ser disciplinado, cuidadoso e prudente.


Muri, o desperdício pela irracionalidade (Planejar)

1. Estabeleça metas desafiadoras para a equipe, incentive-as a chegar mais longe, mas não lute por objetivos absurdos e impossíveis.

2. Uma equipe que depende de ações heroicas para cumprir seus prazos não está trabalhando da maneira correta. Pular constantemente de uma crise para outra causa esgotamento, e não permite uma melhoria contínua e racional.

3. Políticas corporativas onerosas que atrapalham o trabalho, relatórios desnecessários que obrigam as pessoas a preencher formulários sem qualquer objetivo prático e reuniões sem sentido que desperdiçam tempo e não ajudam a concretizar nada.

4. Desperdício emocional, é gerado quando uma empresa tem um funcionário imbecil, alguém que gosta de agitar as outras pessoas, levando-as a um estado de confusão mental, eles justificam seu comportamento alegando que só estão tentando fazer com que todo mundo trabalhe melhor, quando na realidade estão apenas fazendo o caos.


+ A disciplina é a raiz do fluxo. Não pode haver nenhum movimento desperdiçado, nenhum elemento estranho, somente a aplicação absolutamente focada de uma habilidade humana. Desperdício é qualquer coisa que distraia você disso.


Planeja a realidade e não a fantasia


Como comer um elefante? Dando uma mordida de cada vez.

+ O que precisamos fazer primeiro?

+ Defina as prioridades, o que agrega mais valor ao projeto?

+ Faça um planejamento minucioso apenas para a entrega do próximo elemento que agregue valor, e delineie o restante do projeto em blocos maiores, não tão detalhados.


+ Pergunte aos clientes:

1. É isso que você quer?

2. Isso resolve pelo menos uma parte do seu problema?

3. Estamos indo na direção certa?


Se a resposta for não, mude os planos

+ O 1º passo é criar uma lista de todos os elementos que compões o objetivo.

+ Defina o personagem, o usuário, o cliente, a pessoa que usará o que você vai produzir. É essencial saber do que ela gosta, o que detesta, quais são suas paixões, suas frustrações e suas alegrias. Então você entende suas motivações. Como esse tipo de personagem realiza seus desejos? Por que ele precisa do seu produto/serviço? O que vão fazer com o produto/serviço?

+ Classifique estes itens por ordem de prioridade.

+ descubra quanto esforço, tempo e dinheiro o projeto precisará.


+ As pessoas pensam por meio de narrativas, de histórias.

1. Quando estiver elaborando uma tarefa, o primeiro elemento que deve-se levar em consideração são os personagens ou os papéis.

2. Para quem esse trabalho está sendo feito?

3. De quem devemos nos colocar no lugar quando construirmos essa coisa, tornarmos essa decisão ou entregar esse produto?

4. O que queremos fazer?

5. Por que esse personagem quer isso?

6. Como é que esse produto vai servir e encantar esse cliente? (motivação)


Escreva histórias curtas


’’ Como cliente, quero ser...’’

’’ Como cliente, quero fazer...’’

’’ Como cliente, quero poder...’’

’’ Como cliente, quero merecer...’’

+ A história tem que ter o tamanho adequado para que uma equipe as execute. É possível debater sobre como implementá-las. Elas são específicas o suficiente para serem postas em prática, não prescrevem como serão feitas. A equipe que decide como o trabalho será realizado, mas o que será feito é definido pelo valor do negócio.


+ Quando for escrever histórias ou elaborar uma lista de tarefas, é importante fazer duas perguntas:

1. A história está pronta?

2. Como você vai saber quando ela estiver concluída?


+ Atenda os critérios INVEST nas histórias:

· Independente: A história precisa ser acionável e ‘’completável’’ por conta própria. Ela não deve ser intrinsicamente dependente de outra história.

· Negociável: Até que seja de fato executada, é preciso que a história possa ser reescrita. Dar margem para mudanças deve ser uma de suas características.

· Valiosa: Ela realmente entregará valor a um cliente, um usuário ou um stakeholder.

· Estimável: Você tem que ser capaz de dimensioná-la.

· Sucinta: A história precisa ser pequena o suficiente para que seja possível estima-la e planejá-la com facilidade. Se for grande demais, você deve reescrevê-la ou dividi-la em histórias menores.

· Testável: A história precisa possuir um teste pelo qual ela deve passar a fim de ser declarada como concluída. Elabore o teste antes de executar a história.

+ Para cada história, deve haver tanto uma ‘’definição de pronta’’

· ‘’Como’’ Será que ela satisfaz a todos os critérios INVEST?

· ‘’Quanto’’ Por fim

+ ‘’definição de concluída’’

· ‘’Como’’ Que condições precisam ser atendidas, em quais testes a história precisa passar, para que a gente encerre os trabalhos?

+ Na Prática, descobrimos que, se as histórias estiverem realmente prontas, a equipe duplicará a velocidade de implementação. E, se as histórias forem de fato concluídas até o fim de um sprint, as equipes podem dobrar a velocidade novamente. Esse é um dos truques necessários para fazer o dobro do trabalho na metade do tempo.


Planejamento do sprint


+ Todos se reúnem, analisa a lista da história que precisam ser concluídas e diz:

· O que podemos fazer neste sprint?

· Essas histórias estão prontas?

· Elas podem se concluídas até o fim deste ciclo?

· Podemos, então, demonstrá-las para o cliente e apresentar valor real?

· O segredo para responder à estas perguntas se encontra na velocidade com que a equipe está trabalhando.

+ O que está impedindo de trabalhar mais rápido? O que está impedindo de acelerar?

+ Se livrar do desperdício é crucial para fazer com que as equipes acelerem.

Nós fazemos isso desta forma, sempre fizemos assim, e todo mundo sabe que isso não é inteligente.

+ Existe algo diferente para acelerar o trabalho?

+ O Scrum muda a cultura de trabalho. Vai ser natural dispensar funcionários que não conseguiram se adaptar à mudança.

+ Quando se sentiram mais felizes? Eles responderão que foi nos momentos de desafio, quando levaram o corpo, a mente e o espírito ao limite.

+ Além do raciocínio, precisamos abordar o estado emocional da equipe.


Felicidade é sucesso


+ Ser feliz é dar o 1º passo em direção ao sucesso.

+ A felicidade é crucial para os negócios.

+ Felicidade precede resultados importantes e indicadores de prosperidade.

+ As pessoas são bem-sucedidas por serem felizes. A felicidade é um medidor profético.

+ Pequenos gestos podem ter um grande impacto.

+ No Scrum isso é capturado no fim de cada sprint.

· Qual é a pequena melhoria que pode ser realizada de imediato e que vai tornar as coisas melhores?

· Por que isso aconteceu dessa forma?

· Por que não percebemos aquilo?

· O que faria com que trabalhássemos mais rápido?


+ Ao fim de um sprint, cada integrante da equipe responde a algumas perguntas:

1. Em uma escala de 1 a 5, como se sente em relação ao seu papel na empresa?

2. Nessa mesma escala, como se sente em relação à empresa como um todo?

3. O que faz se sentir assim?

4. O que faria com que ficasse mais feliz no próximo sprint?


+ Cada integrante da equipe fala de uma vez, e isso gera conversas muito interessantes.

+ Como provar que você de fato realizou o aprimoramento? É preciso definir o que é sucesso de forma concreta e acionável.

+ Triplicamos a produtividade só de perguntar o que tornaria as pessoas mais felizes. Em seguida, concretize isso.

+ Os dados financeiros enfocam o que aconteceu no passado. Mas, quando você pergunta qua é o nível de felicidade das pessoas, elas projetem para o futuro. E, quando pensam sobre seu nível de felicidade com relação à empresa, elas começam a projetar de acordo com o nível de sucesso que acreditam que a empresa está obtendo.

+ Uma queda na felicidade precede uma diminuição da velocidade ou da produtividade em algumas semanas.


Deixe tudo às claras


+ Quais são os elementos que realmente fazem as pessoas felizes? São os mesmos que produzem grandes equipes:

1. Autonomia

2. Domínio

3. Propósito


É a capacidade de controlar o próprio destino, é a sensação de que se está melhorando em alguma atividade, é saber que se está servindo a algum propósito maior.

+ Algumas atitudes simples e concretas que os gestores podem tomar para fazer com que a cultura da empresa incentive essas qualidades.

+ Um elemento que não deve haver nenhuma conspiração secreta, nenhum objetivo escondido, nada por debaixo dos panos.

+ Toda as reuniões são públicas e abertas e todos os registros estejam disponíveis para o público.

+ Qualquer dado financeiro ou despesa fica disponível para todos.

+ Queremos que todos os colaboradores entendam exatamente como o trabalho dele contribui para aquele resultado. Todos unidos no mesmo propósito.

+ Se não puder confiar nas pessoas que trabalham com você, isso significa que contratou as pessoas erradas e criou um sistema que carrega o fracasso em sua estrutura.

+ Qualquer pessoa pode olhar o quadro e saber exatamente como o trabalho da equipe está se desenrolando.


Entregando a felicidade


+ Para fazer os clientes felizes, você precisa de pessoas felizes do outro lado do balcão.

+ Quanto mais conectadas aos colegas de trabalho, mais felizes as pessoas são.

+ Tenha essas conexões entre os diferentes escalões, desde os diretores até os funcionários financeiros.

+ Durante 4 semanas, cada funcionário é instruído sobre como a empresa funciona, mas também sobre como é a cultura da empresa. Depois de receber a oferta de emprego, o colaborador em potencial deve provar que consegue absorver a cultura.

+ O grupo se transforma em uma grande família.

+ Para manter as pessoas felizes é dar aos funcionários a oportunidade de aprender e crescer. Promova internamente.

+ A cultura da empresa é a responsável em deixar os colaboradores animados para vir ao trabalho.

+ É uma mudança de mentalidade. É a diferença entre trabalhar para uma empresa e trabalhar com a minha empresa.

Somos uma mistura de empresa empreendedora e inovadora com a colaboração.

+ Uma organização é muito mais produtiva se todos trabalhassem juntos em direção a um objetivo comum.

+ Cada dia é uma chance de se aprimorar, de fazer algo melhor, de aprender algo novo.

+ Seus pilares são a transparência, o trabalho em equipe e a colaboração.


Estoure a bolha da felicidade


+ A complacência é algo que não é igual a felicidade. (complacência: disposição habitual para corresponder aos desejos ou gostos de outrem com a intenção de ser-lhe agradável.)

+ Felicidade é um envolvimento positivo e apaixonado.

+ A felicidade é o oposto da passividade.

+ Sua empresa deve querer pessoas que usem a alegria como combustível.

+ A empresa deve defender apaixonadamente os colaboradores, em prol da missão e do sucesso da empresa, ajudando-os a defender apaixonadamente os clientes.

+ Funcionários felizes comparecem ao trabalho, se esforçam mais e não só não saem da empresa, como também atraem outros com o mesmo ímpeto.

+ O que as empresas podem fazer para criar um ambiente em que as pessoas prosperem?

+ As organizações devem garantir que os funcionários saibam de tudo o que está acontecendo.

+ Os gerentes também devem ter tolerância zero com atitudes incivilizadas e não podem permitir que um funcionário envenene a cultura corporativa com abusos ou desrespeito. Devem fornecer feedback rápido e direto.

+ O aprimoramento contínuo significa exatamente não parar nunca.


+ O scrum ensina:

1. Priorização

2. Realização de uma tarefa de cada vez

3. Multifuncionalidade

4. Rituais de revisão


+ O orgulho e a complacência causam a derrocada.

+ Tenha consciência dos problemas

+ As equipes devem medir a velocidade em cada sprint

+ Qual a taxa de mudança delas?

+ Se não houver crescimento positivo, sei que precisamos nos esforçar mais.

+ O Scrum Master precisa ser capaz de identificar o problema e abordá-lo com a equipe. É crucial fazer as perguntas difíceis neste momento.

+ Quando o andamento não estiver como deveria inclua sangue novo no grupo ou faça intervenções da gerência.


Feliz Hoje, feliz amanhã


+ O que estão realizando as faz felizes hoje?


+ As pessoas tendem a se dividir em 4 categorias:

1. Hedonista: É alguém que está fazendo o que o torna feliz hoje ‘’ vamos aproveitar o presente’’ normalmente faz as coisas só porque é legal e divertido.

2. Niilistas (Hackers): Descobre que o mundo que eles tanto adoravam se tornou uma droga. Passou a haver um monte de regras, testes e relatórios. Acham que vai ser uma droga para sempre.

3. Gestores presos: Pessoas que foram chamadas para comandar o lugar. Elas são as únicas dispostas a trabalhar, pensam que depois vão ser promovidas e, então, serão mais felizes. Quando promovidas, elas só passam a ter novas dores de cabeça com as quais lidar. Elas gostam dessa rotina estressante e competitiva.

4. Modelo Scrum: Aquele que trabalha com coisas divertidas hoje, mas que mantém o foco em um futuro melhor e está convencido de que vai ser divertido pra sempre. Ele não tem sentimentos negativos e não se esforçam para fazer todo mundo andar na linha.


+ O Scrum promove um único quadro mental que estimula a todos. Como todo mundo trabalha junto, a equipe ajuda o hedonista a olhar para frente, convence o niilista de que há um futuro sem sofrimento e diz aos gestores presos em uma rotina interminável que, na verdade, existe um caminho melhor para fazer as coisas.

+ A métrica da felicidade: Faz com que a equipe ajude seus integrantes a se tornarem pessoas melhores. Remove de maneira sistemática, cuidadosa e progressiva as causas da infelicidade. Empodera as pessoas para que se transformem e oferece um incentivo para que elas o façam.

+ Quando estiver cercado de pessoas idiotas procure o sistema rum que as recompensam por agir dessa maneira.

+ Como seres humanos necessitamos de muito amor e sensação de pertencimento, necessidade de autoestima e respeito dos outros. No topo temos a necessidade de autorrealização.

+ O Scrum se concentra: ajudar as pessoas a alcançarem crescimento pessoal e um sentimento de autorrealização.

+ Ser feliz não é o suficiente. A felicidade precisa ser aproveitada para produzir resultados.


Prioridades


+ Trabalhar mais horas resulta em mais trabalho do que produção.

+ Se sua empresa não estiver ganhando dinheiro, você não tem um empreendimento bem-sucedido, tem um hobby.



+ Se concentrar apenas no que pode realizar, talvez acabe fazendo algo que ninguém quer de verdade, mesmo que você ame aquilo.

+ Se concentrar apenas no que pode vender, talvez prometa um produto que não consegue desenvolver.

+ Se só produzir o que tem potencial de vendas, mas não amar o produto, acabará trabalhando duro para fazer algo medíocre.

+ O verdadeiro poder do Scrum está na lista de coisas a fazer definida, priorizada e estimada de acordo com o escopo das tarefas.


A lista de tarefas: O que fazer e quando


+ O 1º passo quando se está implementando o Scrum é criar uma lista de tarefas: BACKLOG

+ É preciso ter uma ideia clara do que quer ao fim do trabalho.

+ A ideia do Backlog é conter tudo o que pode ser incluído no produto.

+ Quais são os itens que têm maior impacto sobre o negócio, que são mais importantes para o cliente, que podem gerar mais dinheiro e que são mais fáceis de concretizar?

+ O ideal é trabalhar primeiro nas tarefas que agregam mais valor e trazem menos riscos.

+ Precisamos entregar valor aos clientes o mais rápido possível.

+ E se pudéssemos desenvolver produtos 5 vezes mais rápido do que a concorrência com 5 vezes mais valor?

+ O que faremos amnhã?

+ O que é mais importante para o cliente?

+ Como podemos entregar valor ao cliente mais rápido do que qualquer um?

+ O difícil não é descobrir o que se quer realizar. É descobrir o que se pode realizar.

+ Descubra em que ponto pode entregar mais valor com menos esforço.

+ O segredo é priorizar o trabalho.

+ Primeiro precisamos de alguém que consiga descobrir qual é a visão e em quais itens o valor se concentra. No Scrum é o Product Owner.


Product Owner


+ Decide qual deve ser o trabalho. Essa pessoa controla o Backlog, o que é incluído nele, e, mais importante, como ele é ordenado.

+ Possuí conhecimento e ser um líder-servidor. Não pode simplesmente dizer que algo precisa ser feito de determinada maneira. Precisa convencer, persuadir e demonstrar que o seu caminho é o correto, o melhor.

+ O como ao Scrum Master. O quê ao Product Owner

+ O Product Owner tinha de ser capaz de passar o feedback do cliente para a equipe a cada sprint. Ele precisava gastar metade do seu tempo falando com as pessoas que compram o produto (recebendo suas opiniões sobre a entrega parcial mais recente e como o produto agrega valor) e a outra metade com a equipe criando backlog (mostrando do que os clientes tinham gostado ou não).

+ O cliente é quem receberá o valor do que é feito.

+ Organiza e ordena o backlog de acordo com as prioridades.

+ É alguém que consiga se pôr no lugar de quem receberá o valor do que está produzindo.

+ O Product Owner é responsável por traduzir a produtividade da equipe em valor.


+ Características:

1. Tem conhecimento dobre o campo.

2. Deve entender do processo que a equipe está executando bem o suficiente para saber o que pode ser realizado, o que não pode ser feito.

3. Compreende o o quê bem o suficiente para saber como traduzir o que pode ser concretizado em valor real e significativo.

4. Conhece bem o mercado e sabe o que vai fazer a diferença.

5. Tem poder para tomar decisões, tem carta branca para tomar decisões sobre qual será a visão do produto e o que precisa ser feito para chegar lá.

6. Responsável pelos resultados, mas deixar que a equipe tome suas próprias decisões.

7. Sempre disponível para a equipe, para explicar o que precisa ser feito e por quê.

8. Tem diálogo intenso com a equipe

9. A experiência do grupo indica as decisões que ele precisa tomar.

10. É confiável, coerente e disponível.

11. Os integrantes do grupo contam com ele para ‘’a visão’’ e também para aplicar a inteligência de mercado à importância das tarefas.

12. É responsável pelo valor dos produtos.

13. O Product Owner é avaliado pela receita que gera para cada ponto de esforço.

14. Toma decisões rapidamente, com base no feedback em tempo real.

15. Tem a capacidade de se adaptar de imediato a um mundo em constante mudança.


+ O segredo é não ter um design engessado no início, mas, em vez disso, fazer um protótipo funcional e ver o que pode ser aprimorado. Quanto mais cedo receber um feedback real, mais rápido você conseguirá.


Comece pelo Começo


+ O essencial é descobrir como entregar o máximo de valor o mais rápido possível.

+ Lembrar de que a ordem está sempre em fluxo. A ordem certa para uma semana não será a mesma na semana seguinte.

+ O essencial é reconhecer a incerteza, aceitar que suas concepções atuais de ordem e valor só são relevantes naquele momento específico.

+ Um mau hábito que uma empresa pode adquirir, por causa da constante mudança das necessidades do mercado e porque os gerentes não sabem exatamente onde fica a maior parte do valor, é priorizar tudo.


Lançamento


+ Desenvolva primeiro as características que os clientes valorizam e lance o seu produto tendo feito apenas cerca de 20% do trabalho. Você sabe que não é perfeito, mas está bem perto disso. Cada hora gasta dando aquele polimento no produto é uma oportunidade perdida de gerar valor.

+ Esse processo ele é cíclico, simplesmente repita. Quando receberem o seu produto, o seu serviço ou uma mudança em suas vidas, as pessoas vão informar quais são os próximos itens mais valiosos.

+ Concentre-se em entregar o que tem mais valor, aquilo que as pessoas realmente desejam ou de que precisam.

+ Em vez de fazer com que sua equipe trabalhe em funcionalidades adicionais. A equipe pode produzir mais valor fazendo outra coisa.

+ Todos trabalham para o mesmo objetivo e com a mesma visão: Oferecer valor real o mais rápido possível.


Risco


+ O gerenciamento de risco está no cerne de qualquer empreendimento de sucesso:

1. Risco de mercado

2. Risco técnico

3. Risco financeiro


+ As pessoas querem o que estamos produzindo?

+ Podemos de fato produzi-lo?

+ Vamos conseguir vender o que produzimos?

+ Coloque o cliente em contato com o produto com mais rapidez. Através da obtenção de feedback com antecedência e com frequência.

+ Muitas vezes, é o que o cliente disse que queria no início do processo, mas, na realidade, as pessoas não sabem o que querem de fato até experimentar o produto.

+ Será que vamos ganhar dinheiro nisso?

+ Ao fornecer protótipos aos clientes de forma rápida, descobrirá o que eles valorizam e quanto estão dispostos a pagar.

+ Apesar de adorarem o seu produto, as pessoas não gostam dele o suficiente para pagar o preço de custo.


O que você vai fazer


1. Backlog e as equipes

2. Visão do produto/serviço

3. Delimite as tarefas que precise executar

4. Monte um roteiro com o rumo que acredita que o trabalho deve tomar

5. Veja aonde quer chegar, faça uma estimativa

6. A equipe de vendas precisa saber quais são as funcionalidades em que está trabalhando para começar a comercializa-las

7. Quanto tempo cada história demorou para ser realizada?

8. Quantos pontos sua equipe realizou no último sprint e quantos você estima que ela realizará no próximo?

+ O trabalho não é só realizar todas as tarefas, eles também precisam se divertir no processo.

+ Ao trabalhar em grupo, você se aprimora, melhora. ‘’Você começa a conhecer melhor seus colegas. Sabe quem é melhor no quê.’’

‘’O que deu certo? O que poderia ter ido melhor? Como a equipe pode melhorar?’’

‘’Quais são os incentivos que impulsionam as atitudes ruins?’’


+ Use a abordagem SMART

1. Metas específicas

2. Mensuráveis

3. Tangíveis

4. Relevantes

5. Seguem um cronograma

‘’ Queremos que um número X de pessoas seja capaz de atravessar esse curso de água em uma quantidade Y de tempo com um custo de Z. Como fazer isso é com vocês.’’ Isso permite que haja descoberta e inovação.


O que não podemos fazer


+ Ser céticos ‘’ é assim que o mundo funciona...’’

+ Você pode mudar as coisas, de que você não tem de aceitar a maneira como elas são.



4 visualizações
 

Entre em contato

SHCS 214 Bloco A - Posto 214 Sul - Asa Sul, Brasília - DF, 70293-010

61 98225-0099